Bem vindos

Já há imenso tempo que ando para criar este blog, umas vezes por falta de tempo outras por falta de paciência... mas pronto finalmente aqui está ele... espero que gostem das viagens que lhes ofereço... só necessitam de um cadeirão e algum tempo...

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Cem anos de solidão


Um dos meus presentes de aniversário. Ainda não li mas já está na lista de espera.


Cem Anos de Solidão (Cien Años de Soledad no título original) é uma obra do escritor colombiano Gabriel García Márquez, Prémio Nobel da Literatura em 1982, e é actualmente considerada uma das obras mais importantes da literatura Latino-Americana. Esta obra tem a peculiaridade de ser umas das mais lidas e traduzidas de todo o mundo. Durante o IV Congresso Internacional da Língua Espanhola, realizado em Cartagena, na Colômbia, em Março de 2007, Cem anos de solidão foi considerada a segunda obra mais importante de toda a literatura hispânica, ficando apenas atrás de Dom Quixote de la Mancha. Utilizando o estilo conhecido como realismo fantástico, Cem Anos de Solidão cativou milhões de leitores e ainda atrai milhares de fãs à literatura constante de Gabriel García Márquez. A primeira edição da obra foi publicada em Buenos Aires, Argentina, em Maio de 1967, pela editora Editorial Sudamericana, com uma tiragem inicial de 8.000 exemplares. Nos dias de hoje já foram vendidos cerca de 30 milhões de exemplares ao longo dos 35 idiomas em que foram traduzidos.

Muitos falam da necessidade de se ler Cem anos de solidão com um bloco de apontamentos ao lado, com o intuito de se traçar a árvore genealógica dos 500 mil Aurelianos, José Arcadios e variações destes mesmos nomes para compreender a teia de personagens que vai sendo criada à medida em que os anos avançam. No entanto, a real essência está em ver a história além das suas personagens e entender o círculo que se fecha ante às previsões de um fim anunciado. Há diversos elementos que se entrelaçam formando um conjunto bastante interessante, pois, como disse Pablo Neruda, "este é o melhor livro escrito em castelhano desde Quixote".

P.S. Li e ao contrário de centenas ou milhares de pessoas DETESTEI, não definitivamente escritores como Gabriel Garcia Marques, Isabel Allende ou Frida Kahlo não são do meu agrado. Foi o tempo mais mal empregue que passei a ler um livro e já houve vários que não gostei, mas este superou-os a todos...não gosto de escrita cheia de fantasmas, reencarnações e outros que tais....

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A Luz de um Novo Dia


Uma das minhas prendas de Natal, talvez da pessoa que melhor me conhece… é o  primeiro livro que leio desta autora mas fiquei com uma enorme vontade de ler mais.


“Torey Hayden tem pela frente um ano escolar que constituirá talvez um dos desafios mais exasperantes e recompensadores da sua carreira. Da turma que lhe foi atribuída fazem parte Billy, um rapaz que transborda agressividade, Shane e Zane, dois gémeos afectados pela síndrome alcoólica fetal, e Jesse, um menino que sofre de síndrome de Tourette. Juntos provocam o mais profundo caos, do qual só Vénus Fox, uma rapariga de sete anos, parece estar alheia. Vénus não fala nem reage a qualquer estímulo, e dir-se-ia num estado quase catatónico não fosse tornar-se um perigo para si própria e para aqueles que a rodeiam quando sente o seu espaço ameaçado. Torey com a sua dedicação e sensibilidade, tentará chegar a estas crianças que tanto precisam dela, enfrentando obstáculos e revelações dolorosas, para as resgatar do seu sofrimento e lhes proporcionar a esperança de um novo dia.”
  
Torey Hayden nasceu em 1951 em Livingston, Montana, nos estados Unidos. Apesar de ter uma formação académica diversificada, dedicou grande parte da sua vida ao ensino especial e à escrita. Os seus livros inspirados nas crianças e adultos que conheceu no decurso da sua actividade profissional, são bestsellers traduzidos para cerca de 30 línguas.

Da sua colecção de livros fazem parte:
A criança que não queria falar
A menina que nunca chorava
Os filhos do afecto
Uma criança em perigo
Filhos do abandono
A força dos afectos
A prisão do silêncio

terça-feira, 21 de setembro de 2010

O Código Da Vinci

Esta foi a minha leitura nas férias, e se o que Dan Brown escreveu for verdade... e se Maria Madalena foi mesmo esposa de Jesus e ainda existirem descendentes deles entre nós... pois é... como sempre o livro é sempre melhor que o filme que já tinha visto há algum tempo. Quanto ao livro também só agora o li apesar de já o ter há alguns anos... uma compra em duplicado... também para alguém que já não vejo há 5 anos e alguns meses... só espero que estejas bem e que sejas feliz...



Robert Langdon, conceituado simbologista, está em Paris para fazer uma palestra quando recebe uma notícia inesperada: o velho curador do Louvre foi encontrado morto no museu, e um código indecifrável encontrado junto ao cadáver. Na tentativa de decifrar o estranho código, Langdon e uma dotada criptologista francesa, Sophie Neveu, descobrem, estupefactos, uma série de pistas inscritas nas obras de Leonardo da Vinci, que o pintor engenhosamente disfarçou. Tudo se complica quando Langdon descobre uma surpreendente ligação: o falecido curador estava envolvido com o Priorado de Sião, uma sociedade secreta a que tinham pertencido Sir Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e Da Vinci, entre outros.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Encontro de Ex.Combatentes no RI 15/TOMAR





Como o próprio nome indica trata-se de um dos muitos livros que nos leva de volta a Moçimboa da Praia e aos longínquos anos de 1971-1974... BCAÇ 3868.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

A terra será tua


Publicado pelo Circulo de Leitores, Outubro de 2008

Chufo Lloréns nasceu em Barcelona em 1931. Estudou Direito, mas acabou por exercer actividade profissional no mundo do espectáculo. Apaixonado por História, este autor iniciou a sua carreira literária há mais de 20 anos; entre as suas obras podemos encontrar La outra lepra; Catalina, la fugitiva de San Benito e La saga de los malditos, que receberam o reconhecimento da crítica e dos leitores. A Terra Será Tua é o fruto de quatro anos de intenso trabalho de pesquisa e de escrita.


A luta pela posse da terra como um grande romance de amor

A Barcelona do século XI abriga entre as suas muralhas duas histórias, ambas marcadas pelo drama, o amor e a ambição: a de um jovem camponês que consegue modificar o seu destino com o único fito de prosperar e de se tornar merecedor do amor de uma jovem de alta estirpe; e os amores adúlteros do conde de Barcelona, que mergulham a cidade num perigoso conflito político.

Marti Barbany tem dezanove anos quando chega à cidade condal, fugindo a uma vida de pobreza, e fica deslumbrado por um agregado populacional muito maior dos que os que vira até então e que se abre perante si como uma terra plena de oportunidades. Inicia um caminho recheado de obstáculos, mas que, graças a um inesperado legado e à sua habilidade para os negócios, o leva a atingir a prosperidade e a converter-se numa personalidade eminente, mas, também, invejada. A fortuna, contudo, nem sempre se encontrará do seu lado, e tanto o amor como a tragédia protagonizarão, igualmente a sua vida. A história de Martí entrelaça-se com as do conde de Barcelona, Ramón Berenguer I, cujos amores adúlteros com a condessa Almodis de Tolouse o levam a confrontar-se com os condados vizinhos e com o próprio Papa, fazendo perigar a paz da cidade condal.

sábado, 3 de abril de 2010

100 Maravilhas do Mundo




Círculo de Leitores, Setembro de 2006


Gostei do livro, só tive pena que Portugal não estivesse representado, que não houvesse nenhuma das nossas maravilhas incluídas no livro.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Um amor em tempos de guerra

Júlio Magalhães é um dos rostos mais conhecidos do jornalismo português, sendo director de informação da TVI, responsável pela TVI Porto e editor e pivot dos telejornais da estação ao fim-de-semana. Nascido no Porto a 7 de Fevereiro de 1963, foi para Angola com sete meses, tendo vivido um ano em Luanda e doze em Sá da Bandeira (Lubango). Em 1975 regressou para Portugal, mais precisamente para a cidade do Porto.

Aos dezasseis anos, iniciou a sua carreira como colaborador de O Comércio do Porto na área do desporto. Dois anos mais tarde integrava os quadros do mesmo jornal. Trabalhou ainda no jornal Europeu, no semanário O Liberal, na Rádio Nova e, em 1990, estreou-se na RTP onde, para além de jornalista e repórter, apresentou o programa da manhã e o Jornal da Tarde.



Editado pela A esfera dos Livros em Janeiro de 2010

Porque mesmo em tempos de guerra e sofrimento há amores que resistem a tudo.
António nasceu marcado pelo nome. O mesmo que o vizinho da rua das traseiras, o homem que se fez doutor em Coimbra e que ia à terra sempre que podia, o tal que governava o país com pulso de ferro. Mas de pouco ou nada lhe valeu tão grande nome quando o destino o enviou para Angola, para defender a pátria em nome de uma guerra distante que não era a sua.

Deixou para trás a sua terra, a mãe inconsolável e Amélia, a mulher que pedira em casamento, num banco de pedra, junto á igreja e que prometera fazer dele o homem mais feliz do Vimieiro. Promessa gravada num enxoval imaculado que ficou guardado no armário, à espera do fim daquela maldita guerra.

Quando António regressou de Angola, era um homem diferente. Marcado no corpo por anos de guerra e de cativeiro e no coração por um amor impossível que deixara em pleno mato angolano. Regressava para cumprir a promessa que fizera anos antes à sua noiva Amélia, que o julgara morto, e que, em sua memória, tinha enterrado um caixão sem corpo.

terça-feira, 30 de março de 2010

A chave da Luz


Um livro de 2003, Editado pela Bertrand em Outubro de 2009

Numa noite de tempestade, três mulheres encontram-se numa enigmática festa num velho casarão. Malory, Zoe e Dana não se conhecem, mas têm um ponto em comum: todas estão na eminência de perder os empregos. Sabendo disso os seus anfitriões fazem-lhes uma proposta que lhes poderá render uma enorme quantia. Para a ganharem, terão de encontrar três chaves que abrem uma misteriosa caixa onde se encontram aprisionadas as almas de três princesas. Cada uma delas terá apenas 28 dias para encontrar a chave que lhe corresponde, e só poderá prosseguir caso a sua predecessora seja bem sucedida. Porém, caso falhe, todas perderão um ano das suas vidas.

Apesar do perigo, a tentação é grande, e a sorte dita que seja Malory a primeira a tentar encontrar a sua chave, a Chave da Luz. O destino das três está agora nas suas mãos pois, se falhar, a vida de todas poderá ficar destruída para sempre.



… Ora aqui está um livro que me deixou com imensa vontade de ler os seguintes… se é que existem…lol… deparamo-nos a torcer pelas personagens em busca das chaves que como se percebe ao longo da história não são físicas mas residem no interior de cada uma das 3 mulheres…

Outras obras da autora publicadas pela Bertrand:

Um sonho de amor

Um sonho de vida

Um sonho de esperança

As jóias do sol

As lágrimas da lua

segunda-feira, 29 de março de 2010

O coração do mar



Um livro de 2000, Editado pela Bertrand em Setembro de 2009

Darcy Gallagher sempre acreditou na importância da fé, na força da tradição… e no poder do dinheiro. Sonha em encontrar um homem rico que a apresente a um mundo repleto de glamour e aventura, que acredita ser o seu destino.

Trevor Magee, um homem de negócios com antepassados irlandeses, chega a Ardmore com a intenção de construir um teatro… e descobrir os segredos dos seus antepassados. Há muito que não acredita no amor, mas Darcy tenta-o como nenhuma mulher alguma vez fez. Ela é maravilhosa, inteligente, sabe o que quer… e ele está mais do que disposto a dar-lho.

Mas quando a sua atracção mútua se transforma em paixão, olham para os seus corações e descobrem que numa terra antiga como a Irlanda, o amor tem raízes na própria magia.



… Este é o terceiro livro da triologia de que fazem parte, As jóias do sol

As lágrimas da lua… dando-nos a conhecer toda a família gallagher e a forma como foram escolhidos para libertar o amor do príncipe das fadas com uma comum mortal…

sexta-feira, 26 de março de 2010

Saga os MacGregor – O Início de uma saga

Com mais de 160 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, e mais de 60 bestsellers na lista do New York Times, NORA ROBERTS é uma das autoras mais lidas, acarinhadas e respeitadas do mundo. Foi a primeira autora a ser convidada para o Romance Writers of America Hall of Fame. Nascida em Silver Spring, Maryland, Nora Roberts é a mais nova de cinco filhos. Vive em Keedysville onde continua a escrever.


Nora Roberts é uma reconhecida autora desde que começou a escrever as suas histórias, em 1979. Considerada uma das maiores romancistas do mundo, sabe combinar na perfeição o amor, a intriga e o mistério nas suas obras. Recebeu vários prémios RITA, do Romance Writers of America, e é membro do Mistery Writers of America e do Crime League of America. Muitos dos seus livros foram adaptados ao cinema e traduzidos para mais de 26 línguas, sendo que a autora vende em média 21 exemplares por minuto. Com cerca de 100 livros na lista dos mais vendidos do New York Times até à data, Nora Roberts é a escritora de ficção feminina mais célebre e amada dos dias de hoje. Vive em Maryland com o marido.


Editora Harlequim – www.harlequimportugal.com

A vida e os amores da extraordinária família MacGregor
Os livros que li desta saga fizeram-me lembrar um pouco o livro “Pássaros Feridos”



Rebelião


Um livro de 1988, Editado pela Harlequim em Fevereiro de 2010

Escócia, 1745. Um olhar foi o suficiente para que Brigham Langston ficasse fascinado pela beleza arrebatadora de Serena MacGregor. Contudo, para Serena, Brigham não passava de outro inglês desprezível. Ainda assim, nos braços do aprumado e perigoso cavalheiro, o ódio da orgulhosa escocesa depressa se consumiu no fogo da paixão.

Um relato da guerra que opôs os Escoceses e os Ingleses na luta pela independência da Escócia. Uma luta que fez com que muitos escoceses que tinham tomado parte pela rebelião tivessem que emigrar para os Estados Unidos para não serem presos, nem mortos.

Medo do Amor

Um livro de 1990, Editado pela Harlequim em Fevereiro de 2010

Neste romance sobre um MacGregor do século XVIII, descobrimos que a sua participação na Insurreição contra os britânicos não poderia preparar Ian MacGregor para a batalha que tinha entre mãos: conquistar o coração de Alanna Flynn, uma indomável irlandesa.

Enquadrando no tempo, este romance, acontece 28 anos depois de Rebelião, em que a personagem principal, Ian nasceu em plena guerra entre escoceses e britânicos.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Ultramarina


Confesso que não é o meu género de leitura. A mistura entre a acção e os pensamentos da personagem principal, Dana Helliot (o autor), deixam-nos um pouco perdidos na história. Uma autobiografia de quando ainda era um jovem de 18 anos. Um livro de 1933 editado em Portugal em 1986.
Estas semanas têm dado para pôr a leitura em dia, infelizmente... mas tudo passa e dias melhores hão-de vir... para já vou publicar alguns dos livros que tenho lido ultimamente...

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Moçambique 1964-1974 - ex-combatentes Portugueses e da Frelimo falam da guerra


Mais um livro com relatos da Guerra do Ultramar. Um livro com imensas histórias e fotografias, no qual o meu pai contribuiu uma parte...

Quanto a este livro, já sabem que é um tema que me toca em especial… como o meu pai costuma a dizer, por vezes até parece que fui eu que andei na Guerra do Ultramar e não ele, devido à minha capacidade de me interiorizar nas histórias que ouço e de como que teletransportar-me para esse passado tão recente na memória de uns quantos, cada vez menos, que lutaram, sofreram, choraram, morreram e para quê?...por quê?, por uma pátria que nada lhes deu em troca e que nunca os apoiou depois de tudo o que eles passaram…


De forma a elucidar os seguidores deste blog, vou transcrever alguns excertos do livro, de forma a “entrarem” no pensamento daqueles jovens de 21/22 anos, que cada vez que saíam do quartel para irem para o mato, iam sempre com a incerteza de voltar.

Pág. 154 – “ Olha, se houver azar, levas a minha mala e as minhas coisas e entregas aos meus pais”, Fernando Martinho da Silva Coelho – Bcaç. 3868 - CCS

Pág. 156 – “Finalmente os filhos pródigos regressaram à família, a Companhia” excertos do testemunho de Fernando Martinho da Silva Coelho – Bcaç. 3868 - CCS, quando chegou a Ribaué para se reunir novamente à Companhia que tinha partido de Moçimboa da Praia deixando-o e a mais 3 companheiros para trás numa missão.

Tal como consideravam os companheiros de Batalhão a família, consideravam os quartéis onde permaneceram tantos meses a sua casa. E era este espírito de união que os ajudou a suplantar tantos acidentes, emboscadas, perdas… que os ajudou a sobreviver…

Pág. 148 “Devo dizer que apesar das baixas em pessoal e material, nunca vi o Batalhão vergar. Vi homens a chorar amigos que não voltaram. Vi desânimo estampar-se-lhes no rosto, mas na hora de enfrentar de novo as dificuldades, vi-os pôr-se em pé e ir á luta. “ excerto do testemunho de José Aires Palmeira Queimado – Bcaç. 3868

Pág. 109 “A guerra em Moçambique era uma guerra de pobres, sustentada por um país de pobres, que tinha que repartir o chamado “esforço de guerra” por três frentes em simultâneo: Angola, Guiné e Moçambique. Só militares com a rusticidade e capacidade de sofrimento da nossa gente conseguiriam suportar durante tanto tempo tão gritante carência dos mais elementares e essenciais meios de apoio. Segundo revelam as estatísticas, em menos tempo de guerra morreram em Moçambique mais militares do que na soma dos conflitos armados da Guiné e de Angola. Quantas vidas não se perderam em Moçambique só porque não existiam suficientes e capazes meios aéreos para rápidas evacuações?”

Excerto do livro “Estilhaços, Crónicas de uma guerra que não se perdeu” de Laurélio Monteiro Ferreira da silva transcrito para o livro Moçambique 1964-1974 Ex-Combatentes Portugueses e da Frelimo falam da Guerra

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Tieta do Agreste


Tieta do Agreste é um romance do escritor brasileiro Jorge Amado, publicado em 1977.
O livro apresenta uma situação dramática clássica: a da mulher que volta rica e poderosa à cidade de onde fora expulsa 26 anos antes, quando ainda era adolescente. À sua volta estão típicos representantes do interior baiano, lutando pela sobrevivência, defendendo ou resistindo apreconceitos, almejando pequenas ambições e que compõem um painel vivo dos conflitos provincianos que antecedem a chegada de sinais de progresso - e suas conseqüências.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Dona Flor e seus dois maridos


Dona Flor e seus dois maridos é um dos romances mais conhecidos do escritor brasileiro Jorge Amado, membro da Academia Brasileira de Letras, que o publicou em 1966.
Alternando palavras e descrições extremamente realistas da vida boêmia da Salvador dos anos 40, com passagens mais amenas sobrecomida e remédios, o livro é um extenso e nostálgico painel do cotidiano e do passado da vida baiana.
O romance se inicia com a morte de Vadinho, um boêmio, jogador e alcoólatra que morre subitamente em pleno carnaval de rua, vestido de baiana. Deixa viúva Dona Flor, a quem explorava e que, apesar da vida desregrada do marido, era apaixonada por ele. Na primeira parte do livro são contados os excessos de Vadinho e de todos os companheiros boêmios que lhe cercavam.
Em contraste com esse ambiente decadente e de maus costumes contado em detalhes pelo autor, na segunda parte do livro é a vida pacata de Dona Flor que passa a ser retratada. É descrito como ela ganha a vida ensinando culinária na escola de sua propriedade "Sabor & Arte". Intercalando as aulas de culinária, há os suspiros da viúva pelo marido morto, que lembra cada vez mais constantemente das qualidades de ótimo amante de Vadinho e dos poucos momentos de luxo que lhe propiciara, quando ganhava no jogo. Ao mesmo tempo, ela é cortejada por um pretendente, um farmacêutico pacato e religioso. Os dois acabam se casando. Mas, de idade um pouco avançada e bastante conservador, ele não consegue satisfazer Dona Flor, que cada vez mais se lembra de Vadinho.
Na terceira parte, os acontecimentos se atropelam e assumem um estilo do realismo fantástico, quando o espírito de Vadinho (que era filho deExú) retorna e passa a atormentar Dona Flor. Somente ela vê Vadinho, que quando está com Dona Flor parece ser capaz de realizar as mesmas coisas que fazia na cama quando estava vivo. Dona Flor hesita em se manter fiel ao novo marido ou ceder ao espírito do primeiro.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Da Vila Forte a Terras do Índico


Depois de alguns meses, eis então a "minha" obra prima, pois é, resolvi pedir ao meu pai que escrevesse algumas das suas histórias de vida, e vi-me a mãos com 150 páginas de testemunhos reais, contados na primeira pessoa. Confesso que ri, chorei e eu própria senti estar na Guerra do Ultramar. Foi como se aquelas paisagens, as minas, os tiros fizessem mais parte de mim, para além de me estarem no sangue, transcrever os testemunhos fez-me vivê-los. Um bem haja a todos os ex combatentes da Guerra Colonial, em especial ao BCAÇ 3868 que esteve de 1971-1974 em Moçímboa da Praia, Ribaué e por fim na Beira.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

As Lições do Tonecas



Nestas férias para não variar a leitura foi rainha... e indo ao baú de um amigo descortinou-se "As Lições do Tonecas" e mais alguns livros como "Pão com manteiga 1 e 2"

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O Doce Veneno do Escorpião



O Doce Veneno do Escorpião é um livro que conta uma vida real de ex-prostituta. O livro descreve um passado real de uma moça adoptada por um casal que tinha além dela, duas filhas legítimas deste casamento. Seu pai tinha um trabalho que lhes fornecia uma vida muito rica, à qual permitia a sua mãe dedicar-se somente ao lar, apesar da mãe ser formada em curso superior, optou-se pela vida do lar. Neste livro ela conta uma parte de sua adolescência, seus relacionamentos com rapazes, sua vida de colegial, onde o limite sempre era desafiado. Seu pai após sofrer um grave acidente doméstico, não pode mais trabalhar e a família precisou se adequar a nova situação, tendo que morar em um sítio pois ele não mais podia manter o status devido seu acidente.Durante sua adolescência ela começa a mostrar uma certa curiosidade pelo prazer do mundo da sexualidade, jovem, bonita e muito inteligente, precisava apenas de um pequeno empurrão para que ela partisse definitivamento para o mundo da prostituição. Este dia chegou quando seu pai e sua mãe descobriram que a filha adotiva tinha compulsão pelo roubo, ela narra diversos momentos em que se aproveita de situações para tirar dinheiro da carteira de seu pai e até mesmo no varejo quando sua mãe a levava consigo, mas o limite chegou ao fim assim que a moça roubou de sua mãe um colar caríssimo e posteriormente vendendo no mercado por menos da metade de seu valor real.Assim que seus pais descobrem, resolvem ignorá-la dentro de casa, além de cortar a mesada e a liberdade de sair sozinha ou com amigos, foi obrigada também a deixar o bom colégio que estudava, para estudar em um colégio de classe baixa, seu pai não gastaria mais seu dinheiro com uma filha que não valorizava o que tinha.A situação torna-se insustentável no dia em que ela tem uma discussão com seu pai e este descarrega toda sua raiva com palavras de baixo calão e a chama inclusive de prostituta, a moça resolve sair de casa e se prostituir.Durante sua vida adúltera, ela vivencia várias situações e resolve descreve-las neste livro, a forma de descrevê-las é chocante e algumas ao mesmo tempo cômicas.Ela descreve algumas situações reais vivenciadas com seus clientes, dando vários detalhes e características, de seus programas, e durante a narrativa ela conflita com o seu eu verdadeiro e a prostituta com nome criado por ela, existe muitas vezes uma fusão da moça de família onde existem os valores éticos e morais e a profissão dela como prostituta.Um livro extremamente erótico, cômico por algumas vezes e verdadeiro, onde ela não controla o que acontece nos bastidores que existem nesse meio prostituído, inclusive as drogas, onde seu consumo torna-se cada vez mais compulsivo.Apesar desta vida desreigrada ela mesmo assim demonstra em todo seu livro que apesar de seu jeito erótico de viver a vida, também espera um dia encontrar seu príncipe encanto e formar uma família como toda a moça de boa família.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Valorize mais a sua vida



Pág. 89    " Quem possui saúde tem esperança e quem tem esperança tem tudo "

Pág. 114 " Um hoje vale por dois amanhã"

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Como encontrar a paz interior


“Não desespere. A felicidade ainda existe. Está mais perto do que você imagina. O céu pode começar dentro de si. Só depende de uma coisa: da sua escolha. Você pode escolher uma vida diferente, com novas metas. O caminho pode ser difícil, mas há um Amigo que pode ir consigo até ao fim. “

Ellen Gould Harmon White, (Gorham, 26 de Novembro de 1827Santa Helena, Califórnia, 16 de Julhode 1915) considerada uma profetisa pela Igreja Adventista do Sétimo Dia. Filha de Robert e Eunice Harmon, fazia parte de uma família de oito filhos, tendo como irmã gêmea Elizabeth.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Peregrinos do Cristo Rei de Almada


“ Este livro nasceu da necessidade pastoral de explicar aos visitantes do Santuário de Cristo Rei a grande mensagem de Paz e de Amor de que é portador este local. Mais do que um belo miradouro sobre Lisboa, um monumento, Cristo Rei é um Santuário onde o homem é provocado a descobrir, sentir e viver Deus na sua vida. A beleza natural da paisagem que se vislumbra, juntamente com as várias obras plásticas, ajudarão o leitor a meditar sobre tal questão. “

Sezinando Luís Felicidade Alberto, nasceu em Azinheira dos Barros, Grândola, a 19 de Junho de 1970. Frequentou os Seminários de Beja, Setúbal e Olivais (Lisboa) e o curso de teologia na Universidade Católica Portuguesa, também em Lisboa. Foi ordenado sacerdote no dia 8 de Junho de 1999 e nomeado reitor do Santuário de Cristo Rei, em Almada, a 15 de Agosto de 2002, tomando posse a 1 de Janeiro de 2003.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Gabriela, Cravo e Canela



Depois de tanto ouvir falar na primeira telenovela brasileira que apareceu em Portugal tive imensa vontade de ter o livro que a originou. Este ano quando a Planeta Agostini criou esta colecção resolvi comprar os 4 primeiros livros.


Gabriela, Cravo e Canela

Essa história de amor – por curiosa coincidência, como diria dona Arminda – começou no mesmo dia claro, de sol primaveril, em que o fazendeiro Jesuíno Mendonça matou, a tiros de revólver, dona Sinhazinha Guedes Mendonça, sua esposa, expoente da sociedade local, morena mais para gorda, muito dada ás festas de igreja, e o dr. Osmundo Pimentel, cirurgião-dentista chegado a Ilhéus há poucos meses, moço elegante, tirado a poeta. Pois naquela manhã, antes da tragédia abalar a cidade, finalmente a velha Filomena cumprira sua antiga ameaça, abandonara a cozinha do árabe Nacib e partira, pelo trem das oito, para Água Preta, onde prosperava seu filho.

Jorge Amado

Nascido a 10 de Agosto de 1912, em Itabuna, no sul do Estado da Bahia, Jorge Amado, nasceu, como dizia sua mãe, «com a estrela»: um homem afortunado. Seu pai queria que o filho fosse doutor, e ser doutor naqueles tempos era formar-se em Medicina, Engenharia ou Direito.

Jorge Amado, que desde os catorze anos participava em movimentos culturais e políticos, optou por Direito. Fez a vontade ao pai, mas não foi buscar o diploma e nunca exerceu advocacia. Em compensação, no ano da sua licenciatura, em 1935, já era escritor conhecido, autor de quatro livros que fizeram sucesso entre o público e a crítica: O País do Carnaval, com que se estreou aos 18 anos, Cacau, Suor e Jubiabá. Em 1937, devido ao seu intenso envolvimento político, viu toda a primeira edição do seu livro Capitães da Areia ser queimado em praça pública, o que o levou, em 1941, ao exílio na Argentina e no Uruguai.

Em 1945, Jorge Amado uniu-se a Zélia Gattai, companheira de toda a sua vida. Deputado federal pelo Estado de São Paulo, fez parte da Assembleia Constituinte votando leis importantes, como a que ainda hoje garante a liberdade religiosa no país. Em 1947, o Partido Comunista foi ilegalizado e Jorge Amado perdeu os seus direitos políticos. Voltou para o exílio, desta vez em França e na Checoslováquia, continuando a escrever e a trabalhar pela paz, agora em companhia de Pablo Neruda, seu velho amigo, de Pablo Picasso, de Louis Aragon, de Nicolás Guillen, só regressando ao Brasil em 1952. Em 1961 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, vindo também a pertencer à Academia de Letras da Bahia, à Academia de Ciências e Letras da República Democrática Alemã e à Academia de Ciências de Lisboa, sendo menbro correspondente destas duas últimas.

O seu livro Gabriela, Cravo e Canela, publicado em 1958, teve grande sucesso e os seus direitos cinematográficos foram vendidos para a Metro, o que possibilitou ao escritor a compra de uma casa em Salvador realizando assim o sonho de voltar a viver na sua terra. Em 1963, Jorge Amado muda-se com a sua família para a Rua Alagoinhas, onde tem escrito os seus livros.

Jorge Amado foi agraciado com inúmeros prémios internacionais.

Jorge Amado faleceu na Bahia a 6 de Agosto de 2001.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Mulher em Branco

É a primeira vez que leio um livro deste escritor (jornalista e argumentista) e estou verdadeiramente surpreendida. Acho que tem um modo distinto de escrever (diria mesmo que próprio). Agora deixo-vos com algumas citações para abrir o “apetite”: “Dentro de ti, ainda que nunca suspeitasses. Também a terra acaba onde o mar começa. Entras em poiso firme. Agora esbracejas, liquida. Em ti, a terra também acaba e o mar começa. É onde o diabo faz o ninho.” “Eu consigo voar. Flutuo por onde me apetece. Raso picos de montanhas e suspendo-me coberto pela primeira nuvem da noite. Se quiser, paro. Rodopio. Precipito-me da cabeça para baixo, deixo-me ir, abro os braços. Tenho sempre fome. Vagueio, procuro. Nunca encontro. Sou transparente, já indefinido. Sou vazio e estranho-me em tudo.” “Do que recordas eu era cadáver. E nos buracos mais fundos me buscavas cuidando atrair-me. Sabendo que me resto imemorial, à deriva em carne fresca, o proibido que negas quando só eu decido. E me perfumo incessante no sangue dos mártires que convocas. E me alimento do que me atiras para me matar.” “O coração é um bicho (…), um dragão, a besta, o falso profeta (…), onde a verdade e a mentira se agridem até à morte” “Porque o coração é um bicho e não ouve.”

PS: O surpreendida transformou-se em surpreendida pela negativa....como é possível que um jornalista que até admiro seja, para mim, um escritor que não me inspira a mínima vontade de voltar a ler um livro escrito por ele???


quinta-feira, 21 de maio de 2009

Calvaria, a Terra e o Povo

Com este livro o Padre David pretende deixar para as gerações futuras um pouco da cultura da minha freguesia. Pena que algumas das informações não estejam correctas e esteja muito incompleto, o que não deixa de ser compreensivel numa obra deste género. Apesar de tudo é um bom relato da terra e das gentes desta freguesia do concelho de Porto de Mós, Distrito de Leiria. Gostei em especial da referência à Batalha de "Aljubarrota", a qual nunca o foi, uma vez que se travou em São Jorge...

segunda-feira, 11 de maio de 2009

a rir e a chorar passei (quase) quatro anos pela vida militar

Desculpem-me a imagem, mas tirei uma foto em vez de digitalizar a capa... é o que dá a falta de tempo...
Este foi o novo livro apresentado pelo ex-alferes Domingos Guimarães Marques, no passado dia 09/05/2009 no Olival/Ourém, no que foi o 1º Grande encontro da CCS do Batalhão de Caçadores 3868... digo 1º grande encontro porque já tinha havido um 1º em 1993 na Mealhada onde compareceram apenas 15 ex-militares e um 2º em Pataias onde apenas foram 5, desta vez se não me engano eram quase 100 com respectivas famílias.
Neste livro o ex-alferes Domingos Guimarães Marques fala na 1ª pessoa e conta-nos o seu percurso desde que nasceu em Braga até á despedida de Mocímboa da Praia...
Confesso que esperava mais, mais relatos, mais histórias, mas é como ele diz... nunca saí da "picada" e mesmo assim vi morrer um colega a 40 mts de mim...

História do Batalhão de Caçadores 3868 e o Fim da Guerra Colonial


Acho que se pudesse era eu quem voltaria a Moçambique e visitaria todos os palcos da acção realtados neste livro...
Para o meu pai e para muitos dos ex-combatentes este livro é uma espécie de homenagem, mas homenagem essa que nunca apagaraá s memórias de quem com vinte e poucos anos viveu o que eles viveram, memórias que apenas existem nas suas cabeças e que aos poucos alguns têm transcrito para livros.
Estou a tentar convencer o meu pai a escrever um livro sobre as suas memórias, mas por enquanto vai enviando testemunhos para este e para os outros livros a publicar sobre o Batalhão de Caçadores 3868 em especial sobre a CCS (Companhia de Comandos e Serviços).
A todos os ex-combatentes, um grande abraço da filha do ex-condutor Coelho... e aos que vi este sábado no encontro em Fátima/Olival... até para o ano se Deus quiser... esperemos que o dia esteja melhor, para ouvir mais histórias na 1ª pessoa...


A Sombra do Templário”, romance de estreia da espanhola Núria Masot – editado em 2005 pela Dom Quixote –, contém uma história de espionagem decorrida em 1265, em Barcelona.

Para além dos templários, como deixa a entender o título, envolve também o papa, a casa real francesa e os judeus, tendo por cenário a Barcelona medieval, nomeadamente o seu bairro gótico.O protagonista é um templário, Bernard Guills, que apesar de morrer envenenado quase no início da aventura acaba por ser o motor desta intrincada história capaz de agradar aos amantes de romances históricos (e não só) onde, mais uma vez, é posta em causa a base do poder do cristianismo.Guills, que chega a Barcelona a bordo de um barco, transporta consigo uns importantes pergaminhos, mas é envenenado e roubado antes de pôr os pés em terra, onde ainda é socorrido por um velho médico judeu, Abraão Bar Hiyya, a única personagem real desta obra. Ao velho judeu Guills, já moribundo, pede que entregue a um seu discípulo, Guillem de Montclar, os manuscritos que transportava com todo o secretismo. Só que estes pergaminhos acabam por nunca chegar às mãos de Guillem, que se vê assim levado a desencadear a sua primeira missão, embora não se sinta ainda totalmente preparado mesmo com todos os ensinamentos que Guills já lhe havia proporcionado.Guillem parte assim à busca do precioso documento, mas está numa corrida com muitos concorrentes cientes da importância do pergaminho, que contém revelações capazes de alterar a História do cristianismo. O pior obstáculo de Guillem é “A Sombra”, velho inimigo da Ordem e, particularmente, de Guills.Entre a aventura e o mistério, bem doseados por Núria Masot, temos uma trama intrincada, embora longe de atingir o brilhantismo. A autora desembaraça-se melhor na descrição de ambientes ou cenários do que no desenvolvimento da própria história, à qual falta às vezes um pouco mais de mistério.

A autora

Núria Masot, que nasceu em Palma de Maiorca em 1949, foi jornalista e trabalhou no teatro antes desta estreia na literatura, que aconteceu, em Espanha, em 2004. Amante da história e dos relatos de aventuras, foi com naturalidade que optou por esta via na escrita de “A Sombra do Templário”, para a elaboração do qual recorreu a uma vasta bibliografia do templários catalães e ao arquivo histórico de Barcelona.Em “A Sombra do Templário”, no início de cada capítulo vem uma citação do universo dos templários com perguntas e deveres para os que pretendiam aderir à ordem.


sábado, 9 de maio de 2009

Os Mineiros do Alasca



Emilio Salgari (AFI: [sal'gari]) (Verona, 21 de Agosto de 1862 - Torino, 25 de Abril de 1911) foi um escritor italiano. Desde muito sedo se interessou pelas viagens marítimas e decidiu ser capitão. Ingressou na Academia Naval de Veneza, alistou-se num barco mercantil e percorreu a costa Adriática. Regressou a Itália onde começou a ganhar sustento com as suas obras que começaram por serem publicadas e jornais. Mais tarde, casou-se com Ida Peruzzi, com quem teve quatro filhos. Mesmo com os êxitos dos seus livros aos problemas económicos não deixaram de os seguir. E, mais tarde, com a morte da sua esposa, Emilio Salgari decidiu acabar com a sua vida, no alto do Vale de San Martino, cometendo harakiri.

Alguns dos livros mais conhecidos são:

Os Mistérios da Selva Negra escrito em 1889
O Tigre da Malásia
Os Piratas da Malásia
O Rei do Mar
A Cimitarra de Buda
O Rei da Montanha
Um Drama no Oceano Pacífico
O Corsário Negro
Os Peles Vermelhas
O Leão de Damasco
As Maravilhas do Ano 2000