Bem vindos

Já há imenso tempo que ando para criar este blog, umas vezes por falta de tempo outras por falta de paciência... mas pronto finalmente aqui está ele... espero que gostem das viagens que lhes ofereço... só necessitam de um cadeirão e algum tempo...
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quarta-feira, 22 de abril de 2009

O Vencedor está só


Aparência, luxo e violência

Thriller na alta-roda. Num impiedoso retrato do mundo das celebridades, Paulo Coelho escreve uma intensa intriga de crime e charme. Tudo se passa em apenas 24 horas, no Festival de Cinema de Cannes. Um homem assassina cinco pessoas para recuperar a mulher que ama. Um fabuloso registo policial que nos leva aos bastidores da moda e do cinema, aos meandros de um mundo de luxo, glamour e a um constante jogo de aparências. Paulo Coelho de visita ao tema da celebridade e da violência.

Belos e ricos. Um mergulho no lado mais obscuro da fama e da celebridade. Paulo Coelho, conhecido pelos seus romances esotéricos, viaja desta feita a um mundo de valores em que a aparência é o mais importante. A dita superficialidade do mundo que visita, revela-se contudo violenta e agressiva. Igor, um empresário russo, viaja até Paris para reencontrar Ewa. A obsessão vai lançá-lo num imparável impulso de crime que o tornam, em apenas 24 horas, um frio assassino em série.

Este livro é, segundo Paulo Coelho, uma fotografia do mundo em que vivemos. A acção, em ritmo acelerado, passa-se em 24 horas, durante o Festival de Cinema de Cannes. Mas não é a indústria cinematográfica que está em jogo para Igor Dalev, o empresário russo que chega à cidade francesa com a obsessão de recuperar Ewa, o grande amor da sua vida. Para chamar a atenção da ex-mulher, Igor transforma-se num assassino em série. Em torno desta mente doentia estão produtores, actores consagrados, candidatas a actriz, modelos de topo e estilistas, num retrato impiedoso da Superclasse, a elite, da elite que define o rumo da vida dos nossos dias. Transmitindo ao leitor pormenores de como vivem e se comportam as personagens baseadas na vida real, Paulo Coelho faz do seu romance não só um testemunho da crise de valores de um universo centrado nas aparências mas, acima de tudo, um "thriller" que se lê de um só fôlego.


Natural do Rio de Janeiro, onde nasceu no ano de 1947, Paulo Coelho foi actor, jornalista, escreveu canções, até que nos anos 80 empreendeu numa viagem a Santiago de Compostela que mudaria para sempre a sua vida. Ao percorrer a antiga rota dos peregrinos descobriu, pelo caminho físico, os caminhos do seu próprio destino. «O Diário de um Mago» resultou dessa transformação e encontro que decidiu partilhar pela escrita. Seguiram-se títulos como «O Alquimista», «Brida» e «Onze Minutos», para mencionar apenas alguns dos seus mais conhecidos livros. Senhor de uma escrita clara, cristalina, tocante e simples, cativou leitores dos cinco continentes.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

A Bruxa de Portobello



A Bruxa de Portobello é mais um livro escrito por Paulo Coelho, conta a história de Athena, uma garota que foi adoptada por emigrantes libaneses que se estabeleceram na Inglaterra em função de uma guerra que assolava seu pais natal. Agora, eles têm que enfrentar uma intolerância religiosa que se assemelha? Existente nos tempos da Inquisição, quando os que eram considerados hereges pela Igreja Católica eram violentamente punidos, inclusive, sendo queimados vivos. Um retrato da sociedade contemporânea, onde o medo da mudança e o conformismo muitas vezes determinam o curso de nossas vidas.

A história de uma mulher, considerada por uns uma santa, por outros uma bruxa, este livro leva-nos a pensar nas diferentes visões que diferentes pessoas têm de nós.
Com um ritmo empolgante e uma riqueza narrativa invulgares, A Bruxa de Portobello convida a uma reflexão sobre o verdadeiro sentido do amor.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Ser como o rio que flui


O escritor brasileiro PAULO COELHO nasceu em 1947, na cidade do Rio de Janeiro. Antes de se dedicar inteiramente à literatura, trabalhou como director e actor de teatro, compositor e jornalista. Em 1982, editou o seu primeiro livro, Arquivos do Inferno, que não teve qualquer repercussão. Em 1985, participou no livro O Manual Prático do Vampirismo, que mais tarde mandou recolher, por considerar, segundo ele mesmo, ''de má qualidade''.Em 1986, PAULO COELHO fez a peregrinação pelo Caminho de Santiago, cuja experiência seria descrita no livro O Diário de um Mago. No ano seguinte (1988), publicou O Alquimista, que, apesar da sua lenta venda no inicio, mais tarde se transformaria no livro brasileiro mais vendido de todos os tempos. Publicou outros livros como Brida (1990), As Valkírias (1992), Na margem do rio Piedra eu sentei e chorei (1994), a colectânea das melhores colunas publicadas na Folha de São Paulo, Maktub (1994), uma compilação de textos seus em Frases (1995), O Monte Cinco (1996), O Manual do Guerreiro da Luz (1997), Veronika decide morrer (1998), O demônio e a Srta. Prym (2000), a colectânea de contos tradicionais em Histórias para pais, filhos e netos (2001), Onze Minutos (2003), O Zahir (2005), A Bruxa de Portobello (2006) e a compilação de textos Ser como o rio que flui (2006), que foi publicada em apenas alguns países.Os seus trabalhos estão traduzidos em 67 idiomas e editados em mais de 150 países.
PAULO COELHO é:
Mensageiro da Paz da ONU
Embaixador da União Europeia para o Diálogo Intercultural para o ano de 2008
Membro do Board do Instituto Shimon Peres Para a Paz
Conselheiro Especial da UNESCO para "Diálogos Interculturais e convergências espirituais” Membro da directoria da Schwab Foundation for Social Entrepreneurship
Membro da Academia Brasileira de Letras
Dados sobre a obra:
Género Literário: São pequenas crónicas e muitas delas retiradas de livros anteriores escritos por Paulo coelho, e outras são apenas desabafos e histórias vividas por ele.
Personagens: Este livro não tem uma personagem principal, porque todas as personagem que vão aparecendo ao longo de cada crónica ou são imaginarias, ou amigos, conhecidos, pessoas com quem se cruzou ou, mais frequentemente, ele mesmo e a mulher.
Tempo e Espaço: A maioria das histórias decorre durante o dia. O local é mais difícil de descrever, pois ele conta história passadas no seu pais natal (Brasil), em países da India, América do Norte, Europa e muitas das vezes no seu moinho situado num povoado com cerca de duzentas pessoas nos Pirenéus.
Classificação do narrador: O narrador é o próprio Paulo Coelho. Na maioria das histórias é uma das personagens, porque são histórias reais vividas por ele. Mas algumas vezes ele refere-se a partes da Bíblia e outras histórias onde ele não é nenhuma das personagens. Portanto, em algumas das crónicas temos um narrador Participante, em outras temos um narrador Não Participante. Resumo da obra: Ser como o rio que flui é um livro escrito por Paulo Coelho e que não conta uma história, mas sim várias histórias e experiências da sua vida.É me difícil resumir este livro, porque fala de muita coisa interessante que poderia resumir em 5 linhas ou num novo livro com o tamanho do original. Ser como o rio que flui é uma experiência de vida única vivida através das letras e da leitura.Apesar de se basear muita vez em cultos religiosos, é um livro que pode ser lido até por alguém que não acredita em nenhum deus. Porque tudo o que está ali no fundo é verdade. Identifiquei-me bastante com o livro por isso, fala-nos da amizade, da morte, da vida, do futuro, do passado do presente e de Deus. Este livro fala da vida, e do seu sentido. Quem somos e para onde vamos.É impossível reter tudo aquilo que o livro diz, mas a mensagem principal diz-nos que nada nem ninguém para além de nos próprios pode viver a nossa vida. Cabe a nós decidir, bem ou mal, aquilo que queremos fazer. E que os maiores actos de coragem são aqueles que são vividos em silêncio.Aconselho este livro a toda a gente, certamente uns vão gostar outros não. Mas com certeza todos vão encontrar uma história onde se vão recriar, e reflectir em silêncio
A glória do mundo é transitória, e não é ela que nos dá a dimensão da nossa vida - mas a escolha que fazemos de seguir a nossa lenda pessoal, de acreditar nas nossas utopias e de lutar por elas. Somos todos protagonistas da nossa existência e, muitas vezes, são os heróis anónimos que deixam as marcas mais duradouras. Este livro é um corte transversal na anatomia da escrita de Paulo Coelho. Esta compilação de contos, opiniões e ideias constitui um belíssimo reflexo da vasta criação do escritor. Peças literárias de vários períodos e publicações compõem este livro, que tece uma linha sensível, acompanhada pelo olhar do criador, detendo-se naqueles pormenores da realidade quotidiana e da contemplação que destilam a subtil filosofia de quem observa a existência com a mesma placidez com que contempla um rio. Contar as histórias dos seres humanos, na sua variada e rica complexidade, é a missão que Paulo Coelho atribui à sua escrita, contando o que são e quem são, sem os prender àquilo que pretendem ou fingem ser. Quase como fotografias da vida, estas peças literárias são breves e intensas e revelam-nos pequenos momentos eternos de vidas de pessoas.